O A Sexta Coluna acerta em cheio, não só na análise às várias Direitas no interior do PartidoRepublicano como em relação à forma como a Europa analisa a actual situação mundial.
Já agora, a tal Direita de Kissinger parece estar a ganhar terreno, com o ex- secretário de Estado a assumir esta semana uma posição influente como conselheiro da actual Administração Bush.
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As Direitas Americanas (Bem) Vistas Pelo “Sexta Coluna”
Outubro 9, 2006 · 2 Comentários
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Baker Defende Divisão do Poder no Iraque
Outubro 8, 2006 · Sem Comentários
O ex-Secretário de Estado James Backer considera que o governo Iraquiano tem um espaço de tempo muito limitado para assumir controlo do país.
James Baker adianta ainda que a melhor solução para o Iraque, nesta fase, seria a divisão do poder entre Curdos, Shiitas e Sunitas, referindo ainda que a retirada Norte-americana iria provocar uma guerra civil sangrenta no país.
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Hastert Deve Demitir-se
Outubro 8, 2006 · Sem Comentários
Independentemente dos resultados das investigações que envolvem o congressista Mark Foley, a liderança da maioria Republicana deve ser imediatamente afastada.
É certo que o Partido Democrata está menos preocupado com as vitimas do alegado assédio sexual do que com os ganhos políticos que daí podem resultar, mas o certo é que Dennis Hastert como líder da maioria Republicana deveria ter revelado a existência, durante cerca de quatro anos, de emails e mensagens comprometedoras envolvendo Foley.
A demissão de Hastert é necessária e seria favorável ao próprio Partido Republicano, que com Hastert fora do caminho poderia defender o seu programa de governo para os próximos anos. De facto, o afastamento de Hastert obrigaria o Partido Democrata a voltar ao debate, uma estratégia que não produziu quaisquer frutos nos últimos anos e que, devido à sua ineficácia obrigou o partido da oposição a recorrer a estratégias fora do campo político.
Mas Hastert já se devia ter demitido à mais tempo. O líder Republicano é produto de uma estratégia definida por Tom Delay, caído em desgraça pelo seu envolvimento com Abramoff, a cumprir pena por negócios ilícitos. Com o afastamento de DeLay, Hastert entrou em completa auto-destruição sendo incapaz de defender no Congresso, qualquer política da agenda do seu partido.
Hastert foi uma nulidade na estratégia Republicana relativamente à imigração, política energética, segurança social. Hastert presidiu ao Congresso maus fútil da história dos Estados Unidos, e tudo por sua culpa.
Com a demissão de Hastert, o Partido Republicano sai beneficiado a dobrar.
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Só Para A Esquerda, Porque Nós Já Sabemos…
Outubro 3, 2006 · Sem Comentários
Claro que a média independente esqueceu- se disto, mas se fosse ao contrário, tinhamos marosca da grande.
Feed descoberto no Esmaltes e Jóias.
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Coberto de Razão!
Outubro 3, 2006 · Sem Comentários
“A Helena Matos cheia de razão no Blasfémias:
É de anedotário o que se tem passado com as notícias sobre estas eleições no Brasil. Além de Lula sabem os leitores e telespectadores portugueses que existe a candidata Heloísa Helena. Quantas vezes se falou daquele obscurantissimo senhor que vai à segunda volta? E note-se que segundo nos é dito o incógnito vai à segunda volta apenas porque os ricos votaram nele e também porque os companheiros de Lula se deixaram apanhar nuns esquemas de corrupção (coisa confusa que nem vale a pena detalhar e que assim como assim é endémica e generalizada no Brasil)
O grau de proselitismo político na nossa comunicação social está tão embrenhado, é tão denso e tão habitual, a começar pela questão “americano-bushista-israelo-palestiniana-iraquiana”, que já é difícil imaginar como seriam as “notícias” sem ele. Seriam certamente mais notícias.
Exemplos: silêncios sobre o que se passa e é necessário fazer no Darfur, resultado de não se querer integrar o noticiário sudanês no contexto dos conflitos de origem islâmica; indiferença perante atentados como o de Mombai, também descontextualizado; conflitos húngaros entre o primeiro-ministro e a “extrema-direita”, forma de diminuir a reacção contra um governante socialista; omissão do conteúdo do documento dos serviços secretos americanos publicado para mostrar como eram de má fé as fugas parcelares realizadas, etc., etc. Fecho rápido de assuntos, de tudo o que contraria as teses dominantes, ao mesmo tempo que se estica até ao limite tudo o que as reforça. É intencional? Muitas vezes nem sequer isso é. É como quem respira. Sempre o mesmo ar.”
Por Pacheco Pereira no Abrupto
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“State of Denial” É Trunfo Político
Outubro 3, 2006 · Sem Comentários
O livro de Bob Woodward acusa Condoleezza Rice de ter ignorado informações importantes sobre os planos de um ataque terrorista nos Estados Unidos, mas nenhum dos envolvidos ouvidos pela Comissão 9/11 se lembrou de, sob juramento, referir este “importante” detalhe.
Condoleezza Rice alega nunca foi informada pelo ex-Director da CIA George Tenet de, como o livro refere, existirem informações de que planos para um ataque terrorista nos Estados Unidos estavam em curso. E os Estados Unidos têm uma dimensão territorial considerável, e não consta no livro “State of denial” que a CIA tenha informado a administração do local onde o atentado iria ter lugar.
Depois há também as acções a tomar para prevenir os atentados. Se fosse hoje, e da forma como a Administração Bush tem lidado com terroristas para obter informações, o atentado podeia ser descoberto a tempo e horas e evitado. Antes do 11 de Setembro, tal não seria possível, e tanto não foi que Tenet nunca conseguiu ser específico nas informações que terá dado a Condolleeza Rice.
Tenet foi o chefe da CIA durante a Administração Clinton, altura em que os atentados já estavam a ser preparados, a menos que se acredite que 11 de Setembro foi preparado em meia dúzia de meses, e o que fez a então Administração Democrata?
De qualquer forma, em conjunto com o relatório dos Serviços Secretos do qual o Partido Democrata revelou apenas uma pequena parte num ataque.
Completamente anulado pela actual Administração, o livro “State of Denial”, não é mais do que o repetir das acusações dirigidas pelos Democratas à Administração Bush, surgindo numa altura determinante do período eleitoral o que por si só revela as intenções do autor para fazer pender a balança para o Partido Democrata.
E quando um livro, proveniente da chamada imprensa livre surge numa altura destas, é sempre de questionar as suas reais intenções, independentemente das revelações serem correctas ou não.
Agora, resta esperar pelo livro de George Tenet, que completará o triunvirato desta estratégia eleitoral Democrata. Vamos aguardar para ver a quem o ex-Director da CIA, o real responsável pelas falhas que contribuíram para o 11 de Setembro e para a invasão do Iraque, atira as culpas pela sua incompetência.
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Clinton No Seu Melhor…Com Meias Verdades
Setembro 29, 2006 · Sem Comentários
Bill Clinton, o supremo comunicador, voltou a fazer das suas na entrevista que concedeu à cadeia de televisão Fox News.
Conseguiu desarmar completamente um jornalista mal preparado que não foi capaz de contrariar as meias verdades do ex-presidente, que continua a ser um caso sério de popularidade.
Eu gosto de Bill Clinton, como alias 56 por cento dos Americanos continuam a gostar de Bill Clinton.
Mesmo depois de Bill Clinton ter mentido, em comunicação ao país, ao Congresso e ao Senado e igualmente em tribunal relativamente à sua relação com Monica Lewinski.
Não é que me interesse o que raio andou o presidente a fazer com a Monica, que até nem era nada por aí além.
O problema é que Bill Clinton consegue largar as mentiras mais descaradas sem pestanejar.
O facto é que Bill Clinton não deu assim tanta importância a bin Laden como quis fazer passar. E até é normal, porque bin Laden, na altura, era considerado mais um líder de um grupo de terroristas que mais tarde ou mais cedo seria colocado no seu lugar.
As crises, na altura, eram principalmente Saddam Hussein, que Clinton também acreditava possuir armas de destruição massiva, e em plano secundário Yasser Arafat.
Depois, não foi Bill Clinton quem enviou soldados Norte-americanos para a Somália, mas sim George H Bush quem enviou os militares para distribuírem ajuda humanitária. Clinton foi responsável, isso sim, pela modificação da missão das tropas Norte-americanas, o que conduziu ao episódio que ficou conhecido como “Black Hawk Down”.
E a retirada dos soldados da Somália nem sequer foi uma decisão original porque Ronald Reagan já havia tomado uma decisão semelhante com os soldados Norte-americanos em Beirute.
Depois, Clinton também foi vítima das mesmas falhas de informação que levaram George W. Bush a precipitar decisões.
Foi devido a informações erradas dos serviços secretos dos Estados Unidos que Clinton mandou bombardear a embaixada da China e uma fábrica de medicamentos no Sudão.
Clinton andou a marcar passo em relação ao Afeganistão enquanto aquele país servia de base para treino de terroristas, que agora operam em células da al Qaeda espalhadas por sabe- se lá onde. Porque motivo nunca ordenou um ataque aéreo a estes campos de treino?
Clinton desculpa a falta de acções concretas contra organizações terroristas com o bloqueio movido pelo Partido Republicano, mas há que considerar que Clinton iniciou a sua carreira como um político moderado de centro, que conseguiu inclusivamente obter apoio no Congresso de alguns políticos de direita. Mas devido à enorme pressão dos conservadores Democratas (sim, porque o Partido Democrata também tem os seus conservadores) mais preocupados com a sua conduta moral, que já tinha uma longa história, do que com as suas decisões políticas, acabou por ter que se juntar à extrema-esquerda para garantir apoios. Daí que não seja de admirar a falta de cooperação Republicana e o jogo sujo utilizado pelos Republicanos durante o Caso Lewinski.
E que ninguém duvide que se o 11 de Setembro tivesse ocorrido durante a Administração Clinton, as tropas Norte-americanas teriam entrado no Iraque. Talvez a ocupação não demorasse tanto tempo a estabilizar a situação, mas Clinton chegou a defender diversas vezes a intervenção militar contra Saddam Hussein, utilizando os mesmos argumentos das armas de destruição massiva utilizados pela actual administração.
Mas a verdade é só uma: esta entrevista de Bill Clinton à Fox News mostrou o ex-Presidente no seu melhor. Bill Clinton parece mais energizado, sobretudo devido à crescente possibilidade de voltar a ser inquilino da Casa Branca numa altura em que Hillary parece, cada vez mais, a candidata do Partido Democrata às presidenciais de 2008.
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E a Solução É…
Setembro 29, 2006 · Sem Comentários
Está bem… Mas como é então que se combate o terrorismo?
É isso que alguns de nós gostaríamos de saber, mas que ninguém nos explica…
Nós já sabemos que a Administração Bush é constituída por um bando de criminosos, extorsionários, sádicos e violadores dos direitos humanos, o que não sabemos, porque ninguém nos diz- nem o Partido Democrata nem a Ana Gomes- é como raio é que se descobre o que os terroristas andam a tramar.
Qual vai ser, e em que local, o próximo atentado. Quem comanda as operações, como estão organizadas e onde estão as células terroristas?
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Kerry: o Vira-casacas
Setembro 29, 2006 · Sem Comentários
John Kerry, candidato do partido Democrata à últimas eleições presidências derrotado por George W. Bush, criticou hoje a Administração Norte-americana por enviar para a guerra soldados sem equipamento adequado.
John Kerry esquece- se que, após ter votado favoravelmente a compra de equipamento para os soldados que combatem no Iraque, acabou por votar contra a renovação do pacote monetário para a compra do equipamento, aliando- se assim ao Partido Democrata que inviabilizou a compra de equipamento de protecção para os Americanos que combatem a guerra anti-terrorismo.
Este foi, aliás, um dos pontos que mais prejudicou Kerry durante a última campanha eleitoral. As posições dúbias de Kerry no Senado já se tornaram um dos aspectos mais comentados na política Norte-americana.
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Bush Passa Ao Ataque
Setembro 29, 2006 · Sem Comentários
O Presidente George W. Bush decidiu (finalmente) reagir aos ataques Democratas à sua actuação na guerra contra o terrorismo.
Bush reagiu à divulgação de parte de um relatório secreto, preparado pelas 16 agências de segurança Norte-americanas, que refere que a guerra no Iraque serviu apenas para aumentar as fileiras do terroristas.
O Presidente acusou os Democratas de terem agido de forma ilegal ao divulgarem parte do relatório secreto e de apenas terem revelado a parte que mais lhes convêm, esquecendo- se por exemplo da parte do relatório que refere que seria contraproducente abandonar o Iraque nesta fase da guerra.
“O grande perigo não é o facto de a presença da América na guerra do Iraque esteja a chamar novos recrutas para a causa terrorista”, disse George W. Bush.”O grande perigo é que a retirada Americana do Iraque possa dar maior confiança aos terroristas e ajudá-los a encontrar mais recrutas para efectuarem ataques ainda mais destrutivos”.
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