Em apenas dois anos, os Estados Unidos duplicaram as ajudas à sua agricultura (milho, soja, algodão, arroz, trigo, etc.), permitindo-lhe concorrer com vantagem no mercado mundial e criar ainda mais dificuldades aos países pobres do hemisfério sul que dependem da exportação desses produtos.
Para quem prega a liberdade de comércio internacional não está mau. E fica assim explicado por que é que as conversações da OMC chegaram a um impasse. E por que é que os países ricos têm de construir muros para impedir o êxodo dos países pobres que eles ajudam a tornar mais pobres.
Vital Moreira no Causa Nossa
Vital Moreira desconhece, ou faz que desconhece, que hoje em dia nos Estados Unidos, se eu quiser saber um número de telefone na minha cidade Norte-americana e ligar para o número das informações, responde-me um sujeito com sotaque indiano- porque a minha chamada vai para a Índia onde a companhia dos telefones instalou o serviço. Se eu quiser assistência para o meu computador, a minha chamada telefónica vai parar a outro país, onde a companhia instalou o seu serviço de ajuda ao consumidor.
A indústria automóvel Norte-americana está a mudar- se para outros países para reduzir custos, e não é só a industria automóvel como também a indústria de serviços. Se Vital Moreira for parar a um hospital nos Estados Unidos, espero que não necessite, o mais certo é ser assistido por um médico asiático e por enfermeiras asiáticas.
Mas não importa, porque quer a América ajude os seus agricultores quer exporte os seus serviços para o estrangeiro, estará sempre a explorar o próximo, de acordo com Vital Moreira.
E já agora, uma vez que a maior mão de obra na agricultura é fornecida por imigrantes ilegais provenientes da América do Sul, como é possível a ideia do tal muro de que fala Vital Moreira?
Vital Moreira é o verdadeiro exemplo de “preso por ter cão, preso por não ter”.
O ex-Secretário de Estado James Backer considera que o governo Iraquiano tem um espaço de tempo muito limitado para assumir controlo do país.
James Baker adianta ainda que a melhor solução para o Iraque, nesta fase, seria a divisão do poder entre Curdos, Shiitas e Sunitas, referindo ainda que a retirada Norte-americana iria provocar uma guerra civil sangrenta no país.
As imagens dos elementos anti-Bush, anti-guerra, anti- violência, anti-radicalismo, anti-Republicanos e pró-liberdade de expressão.
Aguardem pelas declarações finais e vejam a diferença…
Numa clara demonstração de que a liberdade de expressão não é para todas as ocasiões, um grupo de estudantes recorreu à agressão para calar um orador convidado a discursar sobre a temática do controlo das fronteiras.
Um representante das organizações que, voluntariamente, patrulham a fronteira dos Estados Unidos com o México, foi convidado a discursar na Columbus University em New York, mas logo após o início da sua intervenção foi impedido de continuar por um grupo de estudantes que recorreu à violência para impedir, com sucesso, a continuação da intervenção.
E este incidente acontece na mesma universidade onde discursaram, sem qualquer problema, figuras como Hugo Chavez e críticos de Israel. O que vem levantar questões sobre se a liberdade de expressão apenas serve para que os elementos da esquerda possam dizer o que bem querem e lhes apetece.
O Presidente da Columbia University já veio dizer que está em curso uma investigação para identificar os responsáveis pelas agressões. Como em todas as actividades da Universidade, o discurso estava a ser gravado em vídeo, o que não dificulta a identificação dos indivíduos que participaram nos actos de violência.
Se o Papa Benedito XVI decidir ir mesmo à Turquia depois das pressões de que tem sido alvo por parte do mundo Islâmico, da Europa amiga e da própria Turquia, prova ser bem mais corajoso do que qualquer país Europeu que continue a encolher- se perante as acções e ameaças dos terroristas…
Para já, Benedito XVI tem uma vantagem: não pode baixar as calças porque não as usa…
Até hoje, BenededitoXVI foi o único chefe de estado e religioso que provou ter coragem suficiente para fazer frente ao mundo Islâmico.
E não venham com histórias de que João Paulo II não teria feito o mesmo, porque o falecido Pontífice foi extremamente critico da perseguição religiosa movida pelos regimes comunistas na Europa, além de ter contribuído de forma inequívoca para a sua queda.
Os rapazes não gostaram das declarações do Papa e toca a desviar um avião.
Sempre é melhor do que desatar a matar freiras e a queimar Igrejas no “tolerante” mundo Islâmico. E no fim ainda pedem asilo político!
Um exemplo da religião, que nos últimos anos tem sido defendida como qualquer animal em vias de extinção pelo Ocidente e sobretudo pela Europa, aterrorizada pelas consequências de decisões que possam enfurecer tão pacífica religião.
Mas serão precisos mais exemplos como este para se perceber que esta gente pensa e age de outra maneira? E será que os piratas do ar já pediram desculpas aos passageiros que tomaram por reféns?
Depois de se terem entregue às autoridades, os moços lá vieram dizer que afinal não eram Muçulmanos, mas Católicos chateados com a reacção às declarações do Papa. Desculpem, mas parece- me esquisito…
É de anedotário o que se tem passado com as notícias sobre estas eleições no Brasil. Além de Lula sabem os leitores e telespectadores portugueses que existe a candidata Heloísa Helena. Quantas vezes se falou daquele obscurantissimo senhor que vai à segunda volta? E note-se que segundo nos é dito o incógnito vai à segunda volta apenas porque os ricos votaram nele e também porque os companheiros de Lula se deixaram apanhar nuns esquemas de corrupção (coisa confusa que nem vale a pena detalhar e que assim como assim é endémica e generalizada no Brasil)
O grau de proselitismo político na nossa comunicação social está tão embrenhado, é tão denso e tão habitual, a começar pela questão “americano-bushista-israelo-palestiniana-iraquiana”, que já é difícil imaginar como seriam as “notícias” sem ele. Seriam certamente mais notícias.
Exemplos: silêncios sobre o que se passa e é necessário fazer no Darfur, resultado de não se querer integrar o noticiário sudanês no contexto dos conflitos de origem islâmica; indiferença perante atentados como o de Mombai, também descontextualizado; conflitos húngaros entre o primeiro-ministro e a “extrema-direita”, forma de diminuir a reacção contra um governante socialista; omissão do conteúdo do documento dos serviços secretos americanos publicado para mostrar como eram de má fé as fugas parcelares realizadas, etc., etc. Fecho rápido de assuntos, de tudo o que contraria as teses dominantes, ao mesmo tempo que se estica até ao limite tudo o que as reforça. É intencional? Muitas vezes nem sequer isso é. É como quem respira. Sempre o mesmo ar.”
O recente escândalo sexual que envolve mensagens pornográficas de um Congressista Republicano dirigidas a um menor pode provocar estragos para o partido nas próximas eleições. O Congressista Marc Foley, que pertencia ao comité do Congresso que investiga o abuso infantil, foi apanhado a enviar mensagens de conteúdo pornográfico, através de email e “messenger, a um menor. Foley já se demitiu, mas este escândalo pode deitar a perder as próximas eleições para o Congresso e para o Senado, a realizar em Março. E o FBI admitiu que falhou, mais uma vez, em agir mais cedo neste caso que contou igualmente com a conivência dos colegas de bancada de Foley que tentaram fazer com que o Congressista desistisse de contactar o adolescente de Louisiana. Dennis Hastert, o líder da maioria Republicana, corre o risco de perder a sua posição no Congresso, uma vez que o Partido Democrata exige a sua demissão. Mas Hastert diz nunca ter sido informado pelos seus colegas das acções de Foley. De qualquer forma, este escândalo vem colocar em risco a tentativa do Partido Republicano em manter a maioria no Senado e no Congresso, após um excelente trabalho de relações publicas da Administração Bush que conseguiu equilibrar uma corrida eleitoral que até há poucas semanas parecia favorável aos Democratas. Vários analistas políticos consideram que este escândalo é mais complicado do que o livro “State of Denial”, e surge como um brinde para o Partido Democrata que não conseguiu fazer um programa concreto e convincente para o eleitorado.