O Zabrolho

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As Ficções de Ana Gomes

Outubro 9, 2006 · 1 Comentário

À falta de melhor, a Ana Gomes agora escreve ficção. Realmente, tudo vale para fazer passar uma mensagem. Espero que não ande lá pela Comissão Europeia a inventar enredos destes, porque cai no ridiculo.
E quem não ler aquilo até ao fim até acredita que foi verdade.
Eu sugeria à Ana Gomes que desse uma volta por Nova Iorque e que visse quantos “barbudos árabes” se passeiam pela rua sem serem algemados, enfiados em aviões, aparelhados com um fato cor- de- laranja e enviados para uma prisão qualquer.
Mas a Ana Gomes até conhece Nova Iorque bem e sabe que há muitos árabes nas ruas dos Estados Unidos que não são incomodados por ninguém.
Mas a Ana Gomes prefere não referir isso, porque mais vale defender a imagem da América que persegue inocentes.
Sinceramente…

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Baker Defende Divisão do Poder no Iraque

Outubro 8, 2006 · Sem Comentários

O ex-Secretário de Estado James Backer considera que o governo Iraquiano tem um espaço de tempo muito limitado para assumir controlo do país.
James Baker adianta ainda que a melhor solução para o Iraque, nesta fase, seria a divisão do poder entre Curdos, Shiitas e Sunitas, referindo ainda que a retirada Norte-americana iria provocar uma guerra civil sangrenta no país.

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Só Para A Esquerda, Porque Nós Já Sabemos…

Outubro 3, 2006 · Sem Comentários

Claro que a média independente esqueceu- se disto, mas se fosse ao contrário, tinhamos marosca da grande.
Feed descoberto no Esmaltes e Jóias.

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Benedito XVI e a Visita à Turquia

Outubro 3, 2006 · Sem Comentários

Se o Papa Benedito XVI decidir ir mesmo à Turquia depois das pressões de que tem sido alvo por parte do mundo Islâmico, da Europa amiga e da própria Turquia, prova ser bem mais corajoso do que qualquer país Europeu que continue a encolher- se perante as acções e ameaças dos terroristas…
Para já, Benedito XVI tem uma vantagem: não pode baixar as calças porque não as usa…
Até hoje, Benededito XVI foi o único chefe de estado e religioso que provou ter coragem suficiente para fazer frente ao mundo Islâmico.
E não venham com histórias de que João Paulo II não teria feito o mesmo, porque o falecido Pontífice foi extremamente critico da perseguição religiosa movida pelos regimes comunistas na Europa, além de ter contribuído de forma inequívoca para a sua queda.

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E Depois Ainda Defendem Gente Desta…

Outubro 3, 2006 · Sem Comentários

Os rapazes não gostaram das declarações do Papa e toca a desviar um avião.
Sempre é melhor do que desatar a matar freiras e a queimar Igrejas no “tolerante” mundo Islâmico. E no fim ainda pedem asilo político!
Um exemplo da religião, que nos últimos anos tem sido defendida como qualquer animal em vias de extinção pelo Ocidente e sobretudo pela Europa, aterrorizada pelas consequências de decisões que possam enfurecer tão pacífica religião.
Mas serão precisos mais exemplos como este para se perceber que esta gente pensa e age de outra maneira? E será que os piratas do ar já pediram desculpas aos passageiros que tomaram por reféns?
Depois de se terem entregue às autoridades, os moços lá vieram dizer que afinal não eram Muçulmanos, mas Católicos chateados com a reacção às declarações do Papa. Desculpem, mas parece- me esquisito…

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Coberto de Razão!

Outubro 3, 2006 · Sem Comentários

“A Helena Matos cheia de razão no Blasfémias:

É de anedotário o que se tem passado com as notícias sobre estas eleições no Brasil. Além de Lula sabem os leitores e telespectadores portugueses que existe a candidata Heloísa Helena. Quantas vezes se falou daquele obscurantissimo senhor que vai à segunda volta? E note-se que segundo nos é dito o incógnito vai à segunda volta apenas porque os ricos votaram nele e também porque os companheiros de Lula se deixaram apanhar nuns esquemas de corrupção (coisa confusa que nem vale a pena detalhar e que assim como assim é endémica e generalizada no Brasil)

A caveira e t�bias é o s�mbolo dos produtos tóxicos.O grau de proselitismo político na nossa comunicação social está tão embrenhado, é tão denso e tão habitual, a começar pela questão “americano-bushista-israelo-palestiniana-iraquiana”, que já é difícil imaginar como seriam as “notícias” sem ele. Seriam certamente mais notícias.

Exemplos: silêncios sobre o que se passa e é necessário fazer no Darfur, resultado de não se querer integrar o noticiário sudanês no contexto dos conflitos de origem islâmica; indiferença perante atentados como o de Mombai, também descontextualizado; conflitos húngaros entre o primeiro-ministro e a “extrema-direita”, forma de diminuir a reacção contra um governante socialista; omissão do conteúdo do documento dos serviços secretos americanos publicado para mostrar como eram de má fé as fugas parcelares realizadas, etc., etc. Fecho rápido de assuntos, de tudo o que contraria as teses dominantes, ao mesmo tempo que se estica até ao limite tudo o que as reforça. É intencional? Muitas vezes nem sequer isso é. É como quem respira. Sempre o mesmo ar.”

Por Pacheco Pereira no Abrupto

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“State of Denial” É Trunfo Político

Outubro 3, 2006 · Sem Comentários

O livro de Bob Woodward acusa Condoleezza Rice de ter ignorado informações importantes sobre os planos de um ataque terrorista nos Estados Unidos, mas nenhum dos envolvidos ouvidos pela Comissão 9/11 se lembrou de, sob juramento, referir este “importante” detalhe.
Condoleezza Rice alega nunca foi informada pelo ex-Director da CIA George Tenet de, como o livro refere, existirem informações de que planos para um ataque terrorista nos Estados Unidos estavam em curso. E os Estados Unidos têm uma dimensão territorial considerável, e não consta no livro “State of denial” que a CIA tenha informado a administração do local onde o atentado iria ter lugar.
Depois há também as acções a tomar para prevenir os atentados. Se fosse hoje, e da forma como a Administração Bush tem lidado com terroristas para obter informações, o atentado podeia ser descoberto a tempo e horas e evitado. Antes do 11 de Setembro, tal não seria possível, e tanto não foi que Tenet nunca conseguiu ser específico nas informações que terá dado a Condolleeza Rice.
Tenet foi o chefe da CIA durante a Administração Clinton, altura em que os atentados já estavam a ser preparados, a menos que se acredite que 11 de Setembro foi preparado em meia dúzia de meses, e o que fez a então Administração Democrata?
De qualquer forma, em conjunto com o relatório dos Serviços Secretos do qual o Partido Democrata revelou apenas uma pequena parte num ataque.
Completamente anulado pela actual Administração, o livro “State of Denial”, não é mais do que o repetir das acusações dirigidas pelos Democratas à Administração Bush, surgindo numa altura determinante do período eleitoral o que por si só revela as intenções do autor para fazer pender a balança para o Partido Democrata.
E quando um livro, proveniente da chamada imprensa livre surge numa altura destas, é sempre de questionar as suas reais intenções, independentemente das revelações serem correctas ou não.
Agora, resta esperar pelo livro de George Tenet, que completará o triunvirato desta estratégia eleitoral Democrata. Vamos aguardar para ver a quem o ex-Director da CIA, o real responsável pelas falhas que contribuíram para o 11 de Setembro e para a invasão do Iraque, atira as culpas pela sua incompetência.

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Clinton Defende Ataque Contra Iraque em 1998

Setembro 29, 2006 · 1 Comentário

Nesta comunicação, de 16 de Dezembro de 1998, Bill Clinton defendeu um ataque ao Iraque como forma de deter o programa nuclear, químico e biológico de Saddam Hussein. A CNN na altura transcreveu o discurso, mas esqueceu- se dele quando passou a criticar George W. Bush.

A 1 de Novembro de 1998, Clinton assinou o “Iraq Liberation Act“. Deve ser a primeira vez que o termo WMD é utilizado em ligação com Saddam Hussein e como motivo para uma intervenção no Iraque.

Apesar de considerar que foi um erro a invasão do Iraque ordenada pela Administração Bush, o ex-presidente refere apenas que o erro se deveu à má planificação e não aos motivos que conduziram a invasão.

Quanto à ligação de Saddam Hussein à al Qaeda, que Clinton diz nunca ter obtido qualquer informação credível, aqui fica uma declaração do ex-Presidente :

“Al Qaida reached an understanding with the government of Iraq that al Qaida would not work against that government and that on particular projects, specifically including weapons development, al Qaida would work cooperatively with the Government of Iraq.”

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Clinton No Seu Melhor…Com Meias Verdades

Setembro 29, 2006 · Sem Comentários

Bill Clinton, o supremo comunicador, voltou a fazer das suas na entrevista que concedeu à cadeia de televisão Fox News.
Conseguiu desarmar completamente um jornalista mal preparado que não foi capaz de contrariar as meias verdades do ex-presidente, que continua a ser um caso sério de popularidade.
Eu gosto de Bill Clinton, como alias 56 por cento dos Americanos continuam a gostar de Bill Clinton.
Mesmo depois de Bill Clinton ter mentido, em comunicação ao país, ao Congresso e ao Senado e igualmente em tribunal relativamente à sua relação com Monica Lewinski.
Não é que me interesse o que raio andou o presidente a fazer com a Monica, que até nem era nada por aí além.
O problema é que Bill Clinton consegue largar as mentiras mais descaradas sem pestanejar.
O facto é que Bill Clinton não deu assim tanta importância a bin Laden como quis fazer passar. E até é normal, porque bin Laden, na altura, era considerado mais um líder de um grupo de terroristas que mais tarde ou mais cedo seria colocado no seu lugar.
As crises, na altura, eram principalmente Saddam Hussein, que Clinton também acreditava possuir armas de destruição massiva, e em plano secundário Yasser Arafat.
Depois, não foi Bill Clinton quem enviou soldados Norte-americanos para a Somália, mas sim George H Bush quem enviou os militares para distribuírem ajuda humanitária. Clinton foi responsável, isso sim, pela modificação da missão das tropas Norte-americanas, o que conduziu ao episódio que ficou conhecido como “Black Hawk Down”.
E a retirada dos soldados da Somália nem sequer foi uma decisão original porque Ronald Reagan já havia tomado uma decisão semelhante com os soldados Norte-americanos em Beirute.
Depois, Clinton também foi vítima das mesmas falhas de informação que levaram George W. Bush a precipitar decisões.
Foi devido a informações erradas dos serviços secretos dos Estados Unidos que Clinton mandou bombardear a embaixada da China e uma fábrica de medicamentos no Sudão.
Clinton andou a marcar passo em relação ao Afeganistão enquanto aquele país servia de base para treino de terroristas, que agora operam em células da al Qaeda espalhadas por sabe- se lá onde. Porque motivo nunca ordenou um ataque aéreo a estes campos de treino?
Clinton desculpa a falta de acções concretas contra organizações terroristas com o bloqueio movido pelo Partido Republicano, mas há que considerar que Clinton iniciou a sua carreira como um político moderado de centro, que conseguiu inclusivamente obter apoio no Congresso de alguns políticos de direita. Mas devido à enorme pressão dos conservadores Democratas (sim, porque o Partido Democrata também tem os seus conservadores) mais preocupados com a sua conduta moral, que já tinha uma longa história, do que com as suas decisões políticas, acabou por ter que se juntar à extrema-esquerda para garantir apoios. Daí que não seja de admirar a falta de cooperação Republicana e o jogo sujo utilizado pelos Republicanos durante o Caso Lewinski.
E que ninguém duvide que se o 11 de Setembro tivesse ocorrido durante a Administração Clinton, as tropas Norte-americanas teriam entrado no Iraque. Talvez a ocupação não demorasse tanto tempo a estabilizar a situação, mas Clinton chegou a defender diversas vezes a intervenção militar contra Saddam Hussein, utilizando os mesmos argumentos das armas de destruição massiva utilizados pela actual administração.
Mas a verdade é só uma: esta entrevista de Bill Clinton à Fox News mostrou o ex-Presidente no seu melhor. Bill Clinton parece mais energizado, sobretudo devido à crescente possibilidade de voltar a ser inquilino da Casa Branca numa altura em que Hillary parece, cada vez mais, a candidata do Partido Democrata às presidenciais de 2008.

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E Porque Não Uma Nova ONU?

Setembro 29, 2006 · Sem Comentários

“Portanto, faltam botas no terreno e falta dinheiro. E como a ONU não tem forças próprias, autónomas (porque os Estados Membros não o deixam, em particular os 5 Membros Permanentes), todos estes aumentos dos efectivos nas missões de paz têm que ser recrutados ad hoc, treinados, equipados, enviados… e pagos. Os Estados Membros não fazem nada de graça….”

Pois não fazem. Mas também pagam uma quota à ONU, não pagam? E enviam homens e equipamento, não enviam?
E se são os 5 Membros Permanentes que encalham todas as decisões da ONU, cá está uma prova de que o sistema não funciona.
Nem vai funcionar, porque os 5 Estados Membros têm interesses que estão, para eles, acima dos interesses do resto do Mundo.
E a prova disso mesmo é o Iraque, onde apesar do embargo imposto pela ONU, representantes por exemplo do Governo Francês se deslocaram diversas vezes a Bagdad para negociar acordos comerciais com Saddam Hussein. Como o fizeram os Russos e os Chineses. E ainda está por esclarecer a bronca das negociatas do programa “Oil For Food” do qual ainda não li uma linha proveniente de quem defende a ONU.
E, por exemplo, o agora herói Bill Clinton quando estava na Presidência, quantas vezes se recusou a pagar a quota Norte-americana à ONU, com o argumento de que os Estados Unidos já contribuíam o suficiente com tropas e material para as missões de paz.
Pois é, a memória é curta….
A ONU é necessária, mas tem que ser estruturada senão corre o risco de se transformar num elefante branco…

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